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ELEIÇÕES 2020

Prefeito de Araputanga fica R$ 1,3 milhão mais pobre em quatro anos

Joel Marins busca a reeleição no momento em que sua gestão é marcada por escândalos, investigações de suposto esquema de fraudes a licitações para desvio de verbas públicas e a suposta prática de “rachadinha” com secretários.


Por Redação Popular Online

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Prefeito do Município de Araputanga — Joel Marins de Carvalho. (Foto: Reprodução))

O prefeito de Araputanga (a 345 km de Cuiabá), Joel Marins de Carvalho (DEM), declarou na Justiça Eleitoral que seus bens estão avaliados em R$ 571.430,86 (quinhentos e setenta e um mil, quatrocentos e trinta reais e oitenta e seis centavos) ou seja mais de R$ 1,3 (um milhão e trezentos mil) a menos em relação à eleição de 2016, quando declarou possuir patrimônio no valor de R$ 1.871.676,00 (um milhão, oitocentos e setenta e um mil, seiscentos e setenta e seis reais).


Joel Marins concorre a eleição 2020 pela coligação “Araputanga nas mãos de quem trabalha”, composta pelos partidos Democratas (DEM) e Podemos. Na última eleição, em 2016, Marins que tinha ao seu lado o vice-prefeito Enilson Rios (SD) defendia a coligação “Honestidade, Seriedade e Trabalho”. No pleito deste ano, o vereador Shiguimitu Sato (DEM) é o seu candidato a vice-prefeito.

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O prefeito Joel Marins busca a reeleição no momento em que sua gestão é marcada por diversos escândalos, dentre os quais denúncias e investigações de suposto esquema de fraudes a licitações para desvio de verbas públicas, envolvendo servidores e o próprio gestor. Em ação da Policia Federal (PF) vários documentos foram aprendidos na Prefeitura Municipal, joias e a quantia de R$ 78 mil em espécie foram encontrados em um cofre na residência do dono da empresa L7 Produções e Filmagens e secretário afastado, Luís Carlos Henrique, cujo os materiais continuam apreendidos.


Além do Ministério Público (MP), o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), recebeu denúncia e investiga o prefeito Joel Marins por suposta prática de vantagem indevida, por exigir parte do salário de secretários, a chamada "rachadinha".


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